Segundo a ministra Calmon, como o STF estabeleceu "amplos poderes para a corregedoria (...), naturalmente se dará sentido ao julgamento do mandado de segurança [que trata do pente-fino nos tribunais], mas não significa que será líquida e certa a questão".
Brasília - A corregedora-geral Eliana Calmon esclareceu hoje (3) que a manutenção das competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não tem a ver com a investigação nas folhas de pagamento de 22 tribunais do país, suspensa no final do ano passado. Ainda assim, ela acredita que a decisão favorável conquistada ontem (2) no Supremo Tribunal Federal (STF) poderá influenciar positivamente o desfecho desse caso.
Os ministros julgaram uma ação contrária à resolução do CNJ que criou regras para as corregedorias investigarem ilícitos de magistrados. A ação foi proposta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Como resultado, a Corte derrubou liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello no final do ano passado.
O outro processo a que a corregedora se referiu ainda precisa ser analisado pelos ministros. É o mandado de segurança em que três associações de juízes, entre elas a AMB, acusam a Corregedoria do CNJ de ter quebrado de forma ilegal o sigilo de mais de 216 mil juízes e servidores.
Nesse caso, a liminar contra o CNJ foi concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, mas o relator original do caso é o ministro Joaquim Barbosa. Atualmente, existe a possibilidade de o caso passar para Luiz Fux.
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Aldo Wagner... 03 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
E Eu que ja estava preferindo a ditadura a democracia (do jeitinho brasileiro), fico mais aliviado, pois ainda tem gente de carater que se preocupa muito com valores (honestos), banindo os desonestos...doa a quem doer...
Luiz Dux 03 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Joaquim, não existe "abeas corpus" e sim "habeas corpus". Nesse sentido, é melhor aprender mais sobre o que se fala, para não falar certas coisas desprovidas de razão.
Joaquim Caldas 04 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Luiz Dux.
Realmente, a palavra está grafada com erro ortográfico.Isto não significa que o erro comprometa o que se fala e o que se escreve.O objeto direto do comentário não perde a razão!Observe que a oração:"Que tenhas o teu corpo" é o sentido original da palavra HABEAS CORPUS",em escritos Gregos e brocardos latinos.
Waldir Azevedo,Filho 04 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Senhores Joaquim e Luiz, ambos com razão e por sinal das mais simples.Mas ao ler lembrou-me certa leitura, há tempos vivida e por sinal pertinente a voces, leiam aí:(...)"não é preciso mudar as ideias para dançar a mesma quadrilha". Machado de Assis.
Ctirad Patocka 04 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Não é pela primeira vez que o Exmo. Min. Joaquim Barbosa se tornou entrave no olho...
MARCO ANTONIO 04 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Depois alguns integrantes do Judiciário, seja Magistrado ou um Barnabé qualquer, ficam irados quando a população apoia e aplaude a Ministra Eliana Calmon (DOU-LHE O MAIOR APOIO EXCELÊNCIA).
Ministro JOAQUIM BARBOSA, como sempre temido pelos que tem medo da verdade e da Honestidade, vá em frente, que Presidente do Supremo (nem vou citar o nome, ele não merece depois do voto dele na ação da AMB contra o CNJ, mostrou de que lado está)mantenha o relator em respeito a Sociedade,a qual pagará para sempre seu GORDO SALÁRIO.
Augusto 06 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Caro Luiz, não perca tempo com Joaquim Caldas. A única diversão da vida dele é ficar escrevendo essas maravilhosas "opiniões" no Jusbrasil.
Joaquim Caldas 06 de Fevereiro de 2012 » postado em notícia relacionada
Investigue-se o TSE,sobre a quadrilha PeTista nas Urna eletrônicas.Apurem as denuncias do deputado federal Fernando Chiarelli:"Urnas Eletronicas é um jogo de cartas marcadas".O PT falsificou os resultados nas Urna para eleger Lula em 2006 e Dilma em 2011.
"Quem ousar desconfiar do TSE ou da Urna eletrônica será condenado por litigância de má-fé".Ricardo Lewandovisk.
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